Os Estados Unidos tem demonstrado dia após dias a sua decadência, assim analisa o educador, pesquisador e teórico geopolítico sino-canadense Jiang Xueqin. Aponta que os últimos fatos ostensivos de força para imagens de poder, não é sinal de força mas de esgotamento. O retrato típico de um império em declínio.
Jiang apresentou uma série de previsões para 2026 e descreveu o que chama de aceleração do fim do Império Americano, impulsionado por contradições econômicas internas, coerção externa e perda de capital diplomático.
Ele usa o caso venezuelano como símbolo desse padrão. Ao descrever a prisão o sequestro de Nicolás Maduro e sua exibição pública algemado, Jiang afirma que a operação pode parecer "vitoriosa", no curto prazo, mas é estrategicamente autodestrutiva, por que humilha povos inteiros, destrói qualquer base de negociação e unifica adversários.
A imposição de "valentão" ampliam a visão de que as regras foram abandonadas. E, quando as regras caem, a confiança cai junto.
O ponto decisivo da previsão aparece quando ele descreve o resultado político do espetáculo: “Você plantou as sementes do descontentamento global, de uma revolta mundial contra o poder americano. E basicamente acho que o império americano está acabado.”
Nenhum comentário:
Postar um comentário