Artigo: O Mundo não para, apesar das divergências que são salutar, Lula acertou em conter a ganância dos acionistas da Petrobras
O Brasil viveu a semana passada a polêmica da ambição do mercado, em que não aceitou uma redução nos lucros da Petrobrás. A ganância do mercado, foi contida pelo presidente Lula, que segundo comenta-se a estatal perdeu algo em torno de R$ 104 bilhões. O Capital acredita que o mercado é regulamentador da economia, o social aponta que deve ter interferência do Estado. Enquanto isso, os mais ricos cada vez com mais dinheiro em montão e os pobres patinando nesse mar de desigualdades.
A coisa agravou-se de uma forma tal, que existe hoje um grupo de 250 bilionários conscientes no mundo, que aceitam limitações de lucros a fim de começar a diminuir a desigualdade social. Entre eles apenas um único brasileiro, João Paulo Pacífico, fundador do grupo de investimento Gaia, que investem em programas sociais e colabora com as Cooperativas do MST.
Para os cristão até na bíblia existem os exemplos praticados contra a ganância e a exploração. Basta ver Jesus expulsando do templo os vendilhões, vendedores e bancas de cambistas.
Os Estados Unidos berço do capitalismo, mantém estatais e intérvem nos juros a menor preço para os de baixa renda e até ferrovias são públicas. Por isso acredito na forte e necessária intervenção do presidente Lula em conter a divisão de imediato dos altos dividendos do lucro da empresa ao setor privado. Afinal a Petrobrás é do povo, o maior acionista e não pode nem deve ser explorado a gosto do capital. "Nem tanto ao mar, nem tanto a terra".
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