
Os resíduos sólidos produzidos nas cidades do Rio Grande do Norte são destinados adequadamente por apenas 12 cidades, ou seja, ambientes nos quais o lixo termina em aterros sanitários. A realidade de 155 cidades, ou 93% do território potiguar, é de destinação inadequada, com graves ameaças ambientais e ao bem-estar social.
Os dados, que são do Ministério do Meio Ambiente, colocam o RN em alerta, já que a média regional do Nordeste dá conta de que 75% das cidades destinam o lixo de forma incorreta, número abaixo dos 93% registrados no RN, conforme a Confederação Nacional dos Municípios.
7% das cidades do RN destinam o lixo para aterro sanitário (Natal, Parnamirim, Ceará-Mirim, Macaíba, Extremoz, Rio do Fogo, Ielmo Marinho, Mossoró, Riacho da Cruz, São Vicente e Taboleiro Grande).
A coordenadora do Centro de Apoio Operacional da Promotoria do Meio
Ambiente, do MPRN, Mariana Barbalho, considera que o cenário que se
desenha é de desafio por reunir problemas sociais, econômicos e
políticos. Ela acredita, no entanto, que a inauguração de mais um aterro
sanitário de caráter regional no RN é um passo importante nessa
jornada.
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