Precisamos nos indignarmos diante do atual pior Congresso Nacional que o Brasil já elegeu
Os atuais deputados federais e Senadores do Brasil quando é para aprovarem leis esdrúxulas são rápidos e eficientes. O atual Congresso é um dos mais ridículos já observado na história da República brasileira, me causa náuseas o oportunismo e ambição como legislam em causa própria. Essa semana aprovaram a toque de caixa um aumento aos assessores dos próprios, numa clara demonstração de furar o teto salarial vigente em nosso País.
Ficou aprovado um aumento de mais de 100%, enquanto para os trabalhadores o aumento foi de 6,79%. Ainda permitiram trabalharem 3 dias para folgarem 1, mesmo assim tendo direito a vender esse dia. Acharam pouco criaram 17.500 novos cargos, entre tantos outros absurdos. Não terá outra saída, a não ser o veto do presidente Lula.
O parlamento da vergonha: São os deputados mais bem pagos no mundo com salários de R$ 46 mil. Com aprovação dessa lei, a verba de gabinete passará para R$ 165 mil. A cota para o exercício do mandato lhe permite mais R$ 46 mil, entre outros totalizando R$ 3,5 milhões ao ano. Ainda são detentores de um extraordinário Fundo Partidário e Eleitoral, que os conduzem com facilidade a reeleição dos mandatos. Acharam pouco criaram a Emenda Parlamentar PIX, comprovadas em todas as investigações do TCU e da Polícia Federal como fraudulentas.
Assim não dá, no município vizinho do Uruguai, um deputado federal ganha entre salario e representação, chega a R$ 25 mil reais. Na China, a 2ª maior potência econômica, não existe salários para deputados, é pago uma ajuda de custos para cobrir passagens e acomodação nos 10 dias de sessões na Câmara.
É hora da sociedade se indignar-se diante de tantos absurdos e imposição a quem caberia defender e promover o bem estar social dos brasileiros. Somente o povo poderá dar uma resposta a essa situação, pois a indignação é o pilar fundamental da saúde democrática, da justiça social e da cidadania ativa. Ela representa a repulsa coletiva contra a violação de normas éticas, injustiças e desigualdades, funcionando como um motor para mudanças sociais e políticas.
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