
O MPDFT chama o grupo de "milícia armada" e colocam como ré na ação a
porta-voz do acampamento, a ativista Sara Fernanda Giromini, que se
autodenomina Sara Winter.
Na ação, os promotores de Justiça Flávio Augusto Milhomem e Nísio
Tostes Filho também pedem
uma revista de seus integrantes para verificar
se há armas de fogo com os manifestantes e a busca e apreensão de armas
em situação irregular.
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