segunda-feira, 7 de maio de 2018

Em uma sociedade machista o RN é um quebrador de tabus



O estado do RN, como nos demais tem uma sociedade machista  no entanto  tornou-se um quebrador de tabus que poderia ter avançado mais, porém não deu sequência a contento. Em Mossoró tivemos a primeira mulher a requerer o título eleitoral no Brasil e na América Latina, coube a proeza a professora Celina Guimarães Viana. O pioneirismo da mulher Potiguar, fez a cidade  de Lajes  eleger Alzira Soriano de Souza, primeira prefeita eleita em toda a América do Sul.

O machismo predominou em nossa política ao ponto que Natal a capital do nosso estado, veio quebrar o tabu apenas no ano de 1988, elegendo a primeira prefeita a professora Wilma de Faria, depois em 2008, elegeu Micarla de Sousa. Somente em 2002, foi que o povo Potiguar elegeu uma mulher governadora, que coube a  professor Wilma de Faria quebrar o tabu e se eleger por duas vezes governadora de Natal, como também foi a primeira mulher a se eleger deputada federal pelo RN, depois foram eleitas: Fátima Bezerra e Zenaide Maia. Nessa trajetória Rosalba Ciarlini se elegeu prefeita, senadora e governadora. Também coube a Fátima Bezerra a proeza de ser eleita senadora.

Hoje dos 35 partidos políticos, apenas dois tem  mais mulheres filiados do que homens, são: O Partido da Mulher Brasileira - PMB e o Partido da República Brasileira Brasileira - PRB. A participação da mulher brasileira ainda é muito baixo só temos 45 mulheres na Câmara federal o que representa menos de 10%. Ruanda tem um percentual de mulheres na Câmara federal de 63,8%; seguido de Bolívia 51,1% e Cuba 48,8%.

Somente no ano de 2010, foi que o Brasil elegeu a sua primeira presidenta Dilma Vana Rousseff, que foi reeleita em 2014  e sofreu impeachment  em 2016.

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