A polarização das Reformas Trabalhista e Previdenciária, ofuscou a discussão da importante Reforma Política, que também está sendo discutida no Congresso Nacional. Para que a Reforma Política prevaleça para 2.018, precisa que ela seja aprovada até 30 de setembro do corrente ano, como determina a Lei Eleitoral, que prevê 1 ano antes da eleição qualquer nova modificação eleitoral.
Na última segunda-feira 15, aconteceu em Brasília uma reunião com os grandes partidos e a presença de alguns pequenos, onde ficou definido uma negociação que acredita-se que será o que irá prevalecer.
Primeiro, fim das Coligações na chapa proporcional, mantendo-se na chapa majoritária.
Segundo, Lista fechada na chapa proporcional com financiamento público de campanha.
Terceira, Ficará pré-estabelecido a clausula de barreira, o partido teria que atingir no mínimo 1,5% dos votos, em 9 estados da federação brasileira em 2.018 e iria prosseguindo até 2.020, quando chegaria a 3%.
Quarto, mantinha-se o fim da reeleição, com de mandatos para os eleitos de 5 anos a partir de 2.018.
Esses quatro pontos principais que interessam aos grandes partidos do Brasil. Existe por parte deles um desejo de eliminar a maioria dos partidos que eles denominam de nanicos. Aprovado essas propostas causará uma transformação muito grande nos resultado eleitoral do próximo pleito. O fim das coligações, vai forçar aos pequenos partidos a terem que lançarem um grande números de candidatos na tentativa de conseguirem atingirem o coeficiente eleitoral exigido por lei, o que poderá modificar o atual quadro eleitoral.
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