terça-feira, 17 de março de 2020

Sistema S sofre intervenção do Ministro Paulo Guedes

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O Sistema denominado S, que fazem parte o SEBRAE, SESI, SENAC e SESC, é dominado pela classe empresarial apesar de ser mantido com o dinheiro público. Fundado em 1942, o sistema tinha como principio, oferecer ensino, cultura e lazer. O valor repassado ao sistema equivale a metade do que é usado para o bolsa família.

Em 2015 no governo Dilma - PT, o Ministro Joaquim Levy tentou reter 30% dessa verba para ajudar a fechar as contas do governo e não obteve êxito. Em outubro de 2016, aproveitando o debate da Reforma da Previdência, o Senador Ataídes Oliveira (PSDB/TO), apresentou um projeto de lei em que destinava 30% dos repasse ao Sistema S, para a seguridade social, que incluía  aposentadorias públicas, saúde e assistência social. Mais uma vez foi rejeitado pelo forte corporativismo empresarial industrial e do agronegócio. 

Na noite de ontem (16) o Ministro da Economia Paulo Guedes, anunciou em entrevista coletiva um corte nos repasses do Sistema S por três meses equivalente a R$ 2,2 bilhões, usou como justificativa a pandemia do coronavírus. Mexeu em um grande véspero, aguardem.

Dado os serviços que prestam o serviço S, é um sistema carregado de vícios, privilégios, corrupção e dominação contra a classe trabalhadora.



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