O militar expulso do exército brasileiro, Jair Bolsonaro, conseguiu se eleger presidente da República sem dizer nada com nada, apoiado pelo segmento mais desprovido do conhecimento histórico do processo político brasileiro e os intolerantes. Com bandeiras conservadoras ganhou a eleição. Disse e afirmo que o mesmo não terminará o mandato, não porque o PT, PSOL ou PCdoB interrompam sua trajetória, mas pela própria direita que não suportará o descontrole do homem mais despreparado para dirigir uma nação como a brasileira.
Os sucessivos atos do despreparado governante, tem repercutido negativamente internamente e externamente, ridicularizando a nação brasileira. Com apenas dois meses de mandato, vive com duas profundas crises: uma dentro de casa com o caso do seu filho Senador e o seu assessor Queiroz; a segunda, dentro do seu próprio partido que realizou um laranjal com candidaturas femininas.
Essa cadeira é quente Bolsonaro, quem assume esse posto precisa melhorar a vida do povo não dificultá-la. A discussão da reforma da previdência e as suas propostas cruéis para com os deficientes e trabalhadores o desgastará de forma tal, que o deixará desprovido de popularidade.
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