A recente descoberta de indícios de petróleo no primeiro poço perfurado pela Petrobras em águas ultraprofundas do Amapá reforça a importância estratégica da Margem Equatorial para a reposição das reservas brasileiras e é vista com otimismo no Rio Grande do Norte. A participação da Bacia Potiguar — que engloba áreas do RN e Ceará — no leilão previsto para outubro é outro fator que amplia as expectativas. A região terá a maior presença entre as bacias sedimentares nordestinas incluídas no 6º Ciclo da Oferta Permanente de Concessão (OPC6), com mais de mil quilômetros quadrados de áreas terrestres colocadas em disputa.
Para representantes do setor no estado, as condições irão ajudar na retomada da expansão do mercado local, com impactos na geração de emprego e na ampliação da produção. No RN, as áreas da Bacia que integrarão o leilão somam 1.023,442 km², espalhados por municípios do Oeste, Vale do Açu e região litorânea ao Norte.
Tribuna do Norte
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