sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Será que chegamos ao fundo poço?

O Rio Grande do Norte, segue o seu calvário de sofrimento, saúde, educação, estradas, assistência social e segurança, vivem os seus piores dias, assim machucando e aumentando o sofrimento de todos e principalmente dos mais pobres. O atraso dos funcionários públicos já é o reflexo dos atrasos dos credores e fornecedores do Estado.

Ontem 9, o poder  legislativo, o poder judiciário e o Ministério Público, que estão a três meses que o governo não repassa os seus duodécimos, entraram com um Mandato de Segurança com Pedido de Liminar, pedindo que o governo repasse  o que a lei determina que seja realizado o repasse até o dia 20 de cada mês, o duodécimo aos Órgãos mencionados  mencionados.

Enquanto isso, o governador não tem a humildade de sentar para conversar, procurar caminhos  que possa tirar o Estado dessa triste situação. Finge não está acontecendo nada, e continua abrindo café do trabalhador e demais ações que dê visão a Secretária da Assistência Social, que é sua esposa. O governador parece que está completamente fora do contexto que vive o Rio Grande do Norte, é uma pena.

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