Ao lado dos amigos fiéis, do Pai João como Euzébio, até Brasília dos simples cidadãos e homens públicos deste país, sou respeitado. Também convivi com jararacas de duas cabeças, mas sempre andava com um galho de pinhão-roxo no bolso, mesmo sendo picado me curava na hora, com uma mordida no pinhão. Ainda estou vivo contando a história e fazendo história.
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