domingo, 11 de janeiro de 2026

É inevitável a reestruturação da linha férrea no RN

 Após acalmarem os ânimos da grande 1ª Guerra Mundial, projetou-se e executou-se a esperança de desenvolvimento no interior do RN. Em 1933, chegava a ferrovia a cidade de Angicos na Região Central do nosso Estado. Posteriormente ampliada até a Macau, e outro ramal até a cidade de São Rafael no Vale do Açu. 


O trem funcionou transportando passageiros e cargas até 1982, prosseguiu com cargas até 1999, quando privatizaram a linha férrea prometendo modernizarem e abandonaram. Restou par funcionamento apenas 39 km entre Ceará Mirim. Extremoz a Natal.

Hoje a produção pesada estando na Região Oeste e no Vale do Açu, com o sal, petróleo, gás, cerâmica, cimento e a fruticultura, e sendo o transporte mais econômico, é inevitável a sua presença. O pré-candidato a Senador, Luizinho Cavalcante tem levantado essa bandeira como base de viabilidade do desenvolvimento do interior do RN. O nosso Estado não pode ficar a margem desse desenvolvimento.


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