A crise que vive a humanidade em todos os seus continentes, não é obra de um governante. Mas, de um modelo econômico, concentrador e fabricante de injustiças sociais. Estamos vivendo no momento um ajuste desta realidade, que a própria elite não está encontrando os meios de diminuir o seu impacto.
A história nos mostra que vivemos ciclos, nada é, nem será eterno. Basta ver e tomar como exemplo a falência do Estado do Rio de janeiro, o maior produtor de petróleo do Brasil. Não soube investir no rumo certo, pelo contrário fizeram apenas usufluir e estão literalmente quebrados, sem condições de pagarem aos seus servidores e o pior, aos seus aposentados.
Claro, que onde tivemos governantes mais incompetentes a crise está mais aguda. Mas na verdade estamos passando por um novo ciclo na história e o pior, é o ciclo da desconstrução, das perdas sociais adquirida com tantas lutas do trabalhadores. O nosso Rio Grande do Norte está no mesmo caminho, as vezes penso se ficar do jeito que está ainda fica muito bom.
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